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Domingo, 24 de Maio 2026
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Morte por hantavírus é confirmada na região e acende alerta para doença transmitida por roedores

Vítima era moradora de Carmo do Paranaíba e teve contato com roedores silvestres em lavoura, segundo a Secretaria de Estado de Saúde

Morte por hantavírus é confirmada na região e acende alerta para doença transmitida por roedores
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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais confirmou uma morte por hantavírus na região do Alto Paranaíba. A vítima foi um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, que morreu no dia 8 de fevereiro após apresentar complicações da doença.

Segundo as informações divulgadas pelo Estado, o paciente teve histórico de contato com roedores silvestres em uma lavoura. Os primeiros sintomas começaram no dia 2 de fevereiro, com dor de cabeça. Dias depois, ele procurou atendimento médico apresentando febre, dores musculares, dores nas articulações e na região lombar. Exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias confirmaram resultado reagente para hantavírus.

A hantavirose é uma doença viral transmitida principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. A enfermidade pode evoluir para quadros graves, como síndrome cardiopulmonar e insuficiência respiratória aguda, apresentando alta taxa de letalidade.

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Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores musculares, dor abdominal, cefaleia, alterações respiratórias e sintomas gastrointestinais. Especialistas alertam que os sinais iniciais podem ser confundidos com doenças como dengue, gripe, leptospirose e febre amarela, o que pode atrasar o diagnóstico e agravar o quadro clínico.

A doença é considerada recorrente em Minas Gerais, especialmente em áreas rurais e durante períodos de seca, quando trabalhadores têm maior contato com ambientes de armazenamento de grãos e locais frequentados por roedores silvestres.

Como não existe vacina contra a hantavirose, a principal forma de prevenção é evitar o contato com roedores e seus vestígios. Entre as orientações estão manter terrenos limpos, armazenar alimentos em recipientes fechados, eliminar entulhos e evitar contato direto com fezes e urina de ratos silvestres.

                                                                                                    SES-MG / Digital

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento, exames e tratamento para os casos suspeitos da doença. A recomendação é que pessoas com sintomas e histórico de exposição em áreas rurais procurem atendimento médico imediatamente.

FONTE/CRÉDITOS: C/ Agência Minas

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